Por dia, Paraná registra 358 infrações por falta de cinto de segurança
Fiscalização do cinto de segurança: a vida e a saúde em risco sem ele Arquivo BP

Lei que tornou obrigatório o uso do cinto de segurança é de 1984, mas, 32 anos depois, muita gente a ignora

A lei que tornou obrigatório o uso do cinto de segurança é de 1984, mas, 32 anos depois, muitos motoristas e passageiros ainda deixam de utilizar o equipamento de segurança. Dados do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) revelam que, de janeiro a maio, já foram 52.696 infrações por falta de uso do cinto – 47,5 mil pelo condutor e 5,1 mil pelo passageiro.

O número de multas impostas pelo motivo nos primeiros meses de 2016 já representa quase 32% do total registrado em todo o ano de 2015, quando foram 164.937 infrações. “Dizer que o cinto salva vidas parece tão repetitivo. Ouvimos isso desde os anos 80 e, ainda assim, parece que as pessoas não querem entender. Deveria ser cultural, um hábito, a primeira coisa a se fazer quando entrar em um carro. Não podemos negligenciar uma atitude que nos protege e protege quem mais amamos”, alerta o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

Perigo

De acordo com o Observatório Nacional de Segurança Viária, uma pessoa de 60kg que estiver sem cinto no banco traseiro de um veículo a 60km/h, pode ter o corpo projetado para frente a um peso 15 vezes maior, chegando a uma tonelada, em uma colisão frontal. Sem cinto, a pessoa pode bater a cabeça contra o teto e o corpo sofrer uma flexão extrema do pescoço e uma fratura da coluna cervical.

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