Colégio beltronense e Acinor fazem parceria em curso técnico

O Colégio Estadual João Paulo II de Francisco Beltrão vai ofertar em 2022 o curso Técnico de Administração. Os estudantes da Cidade Norte, concluintes do 9° ano, terão uma nova opção de formação em nível médio.

Com apoio do Núcleo Regional de Educação (NRE) e da Associação Comercial e Industrial da Cidade Norte, ligada à Associação Empresarial (Acefb), o colégio oferecerá entre 35 e 40 vagas para formação diferenciada aos estudantes que sairão do Ensino Médio em três anos com diploma de Técnico em Administração.

 

As inscrições podem ser feitas na secretaria do colégio até o dia 15 de dezembro. Mais informações pelos fones (46) 3527-3794 ou 9 9921-5313.

 

Perfil profissional

O técnico em administração será habilitado para:

- Executar operações administrativas de planejamento, pesquisa, análise e assessoria ligada à gestão de pessoal, de materiais e produção de serviços;

- Elaborar orçamentos, fluxos de caixa e demais demonstrativos financeiros;

- Elaborar relatórios e documentos diversos;

- Auxiliar na elaboração de pareceres e laudos para tomada de decisões;

- Estará apto para atuar em diversas empresas e setores como recursos humanos na gestão de pessoas, gestão financeira, marketing na elaboração de estratégias para melhorar as vendas e relacionamento com o consumidor.

 

Kathiane Ficanha, diretora do Colégio Estadual João Paulo II, explica que em setembro deste ano, a instituição de ensino recebeu da Secretaria Estadual de Educação a proposta de oferta do curso. “Diante disso, buscamos firmar parceria com as empresas localizadas na Cidade Norte para viabilizar caminhos possíveis para a inserção dos jovens no mercado de trabalho. Fomos prontamente atendidos pela empresária Maria Nelli Montagna, proprietária da Real Móveis, que mobilizou os demais membros da Acinor para efetivarmos esta parceria”.

 

A diretora acredita que a parceria renderá excelentes frutos, pois é fundamental o apoio de toda a comunidade local para a formação de jovens. “Trata-se, pois, de uma possibilidade de formação de sujeitos que poderão desenvolver suas atividades laborais próximos de suas casas com melhor qualidade”.

 

“Acreditamos que a capacitação de mão de obra é uma dificuldade em todos os ramos de atividade, é notório a disponibilidade de vagas de emprego e o não preenchimento devido à falta de capacitação. O curso vem nesse sentido”, opina Widson Diego de Moares, presidente da Acinor.

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