Economia - Jornal Novo Tempo
Prefeito Luiz Carlos Gotardi, aconteceram importantes investimentos, mas os novos investimentos irão ultrapassar a R$ 7,5 miA Prefeitura Municipal de Salto do Lontra, dentro do que estabelece a lei, realizou no plenário da Câmara Municipal, uma audiência pública que foi divida em três fases. A primeira apresentou a Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2009.
Mauro Misturini e Ingrid Gotardi da Caixa de Realeza  A Caixa Econômica Federal está ampliando a sua rede de financiamentos habitacionais. O novo serviço oferecido pela agência é para quem pretende adquirir imóveis usados, incluindo ainda recursos do FGTS.
A novidade iguala as operações de financiamento, dando o mesmo tratamento às operações de imóveis novos.
A indústria do casamento não tem do que se queixar. Mesmo com base em dados extra-oficiais, os negócios que envolvem o caminho até o altar crescem vertiginosamente no Brasil e já chegam a movimentar R$ 3,7 bilhões por ano.
O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, afirmou que a crise alimentícia mundial continuará até 2015, com altas nos preços dos alimentos, em especial os grãos.
Ele descartou que os preços dos alimentos possam recuperar os níveis de 2004. Em entrevista coletiva realizada na capital mexicana, o presidente do Banco Mundial afirmou que se espera “que haja uma resposta por parte da oferta para que os preços reduzam um pouco entre 2009 e 2010; mas que em termos gerais a previsão é de que eles continuarão elevados até 2015”.
Zoellick considerou urgente que todos os países modifiquem suas políticas de produção alimentícia a fim de garantir a provisão dos grãos básicos às populações. Além disso, pediu às nações para buscar uma nova forma de produção de biocombustíveis com materiais procedentes da celulose. “Esperamos um aumento da oferta de alimentos que permita frear os preços entre 2009 e 2010”, disse Zoellick, que falou aos meios de imprensa junto ao ministro da Fazenda do México, Agustín Carstens, após assinar um empréstimo de US$ 205 milhões para apoiar o programa sobre a mudança climática.

O SICREDI – Sistema de Crédito Cooperativo acaba de fechar um acordo de parceria internacional com a Liga de Cooperativas de Crédito da Flórida (FCUL) que irá permitir o intercâmbio de informações e de conhecimentos entre os sistemas cooperativistas.

Este convênio foi firmado durante a visita de benchmark de executivos das cooperativas de crédito da Flórida e do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU), no SICREDI, em Porto Alegre (RS).
“Teremos a possibilidade de trocar experiências, compartilhar serviços comuns e buscar inovações”, afirma o presidente da Confederação SICREDI e membro do Conselho do WOCCU, Alcenor Pagnussatt. Ele enfatiza ainda que o objetivo dessa parceria é aprimorar o cooperativismo de crédito no Brasil e no estado da Flórida.
Para Cassandra Grayson, vice-presidente de administração da FCUL, que congrega na Flórida 176 cooperativas de crédito e 4 milhões de associados,  este acordo é uma oportunidade para desenvolver ainda mais ambos os sistemas. “Estamos muito honrados com a parceria que estabelecemos com o SICREDI”, informa.
Conheça o SICREDI
O SICREDI possui uma gama completa de produtos e serviços financeiros em grandes e pequenos centros urbanos e opera com mais de mil pontos de atendimento em dez estados brasileiros.
A sua organização em sistema através de cinco Cooperativas Centrais, Confederação, Fundação, Banco Cooperativo e empresas ligadas, com atuação de forma integrada, proporciona ganhos de escala, fortalecimento da marca e maior competitividade. Hoje, o SICREDI possui no Brasil 1,3 milhão de associados.
A Cooperativa Central Agroindustrial Ltda (Confepar) que tem oito cooperativas do norte e Oeste do Paraná como acionistas inaugurou dia 25 de abril, sua estrutura inicial que irá compor um grande projeto que prevê, num prazo de dois a três anos, a instalação de uma indústria de leite em pó que atenderá os três estados do Sul e receberá leite de cerca de 4 mil propriedades rurais.

A estrutura inicial da Confepar inaugurada em Pato Branco contou com a presença de produtores rurais da região Sudoeste, do Oeste do Paraná e de lideranças da bacia leiteira de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os senadores do Paraná, Osmar (PDT) e Alvaro Dias (PSDB), o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, o deputado federal Fernando Giacobo, o deputado estadual Augustinho Zucchi, o coordenador da Sea,b Nilton Paul Ribas, o prefeito de Pato Branco Roberto Viganó, juntamente com lideranças estaduais e federais prestigiaram o novo empreendimento e destacaram a grande iniciativa da Confepar presidida por Renato Belezi.
O senador Álvaro Dias (PSDB) destacou a importância do projeto para o Estado do Paraná e cobrou do governo estadual a implantação de um programa de agroindustrialização no interior.  O senador Osmar Dias (PDT) disse aos presentes que a Confepar é uma empresa séria e pode contar com a confiança dos produtores pelo histórico de trabalho com a família agricultora paranaense.
O presidente da Confepar, Renato Beleze destacou que o Brasil ainda tem muito a crescer na produção de leite e seus derivados e que o sudoeste é uma região fértil para este empreendimento pela característica de agricultura familiar.
O deputado Zucchi destacou a importância da indústria da Confepar em Pato Branco representando os três estados do sul, principalmente as regiões sudoeste e oeste do Paraná. “Representa também o que nós temos de mais precioso a que é a cadeia do leite que emprega milhares de pessoas na agricultura familiar. Não fosse o IBGE e o IPARDES que cometeram um erro de não computar os números de cinco cidades da nossa região, o sudoeste seria a maior bacia leiteira do Paraná”.
Produtores de leite de Pérola D’Oeste, Planalto, Capanema, Barracão, Pranchita, Santo Antonio do Sudoeste, Marmeleiro e outros municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, em caravanas, marcaram presença neste novo empreendimento que irá beneficiar os produtores de leite.
O gerente da unidade da confepar de Barracão, Mauro Venturini explica que a confepar é uma cooperativa composta por várias cooperativas do norte do estado do Paraná com mais de 25 anos no mercado e agora com a indústria em Pato Branco vai abranger a região sudoeste e oeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul. A primeira etapa inaugurada no dia 25, vai trabalhar com o recebimento de 400 mil litros de leite/dia e a segunda etapa com mais 600 mil litros de leite/dia.
A terceira etapa que deverá ser concluída até o final de 2012 vai receber mais um milhão de litros de leite/dia, totalizando dois milhões de litros/dia para a sua unidade fabril. “O laticínio localizado em Pato Branco vai trazer mais tranqüilidade e benefícios para os nossos produtores com a maior demanda de leite e leite com qualidade, pois o leite em pó será exportado e os exportadores são exigentes”, destaca Mauro Venturini
Os produtores Perolatenses Vitório Bottega e Odacir Antonio estão contentes com o empreendimento, pois estão com projetos futuros para melhorar ainda mais o plantel do gado leiteiro e a qualidade do leite, com isso terão maiores benefícios, tanto no valor pago pela confepar pelo litro de leite como no aumento da produção.
Os deputados estaduais aprovaram em primeira votação o projeto de lei do governo que aumenta de R$ 475,00 para R$ 548,00 o salário mínimo regional do Paraná a partir de 1º de maio. A proposta precisa passar por mais duas votações e a oposição anunciou que vai apresentar emendas estendendo o mesmo índice de reajuste do piso regional aos servidores públicos estaduais.

O aumento proposto pelo governo é de 15,27% sobre o piso-mínimo regional. Já o reajuste salarial anunciado nesta semana pelo governador Roberto Requião (PMDB) ao funcionalismo será de 5%. “O governador está impondo um reajuste a iniciativa privada de 15% e tem de dar o exemplo dentro de casa também, dando o mesmo aumento aos servidores”, disse o líder da oposição, Valdir Rossoni (PSDB).
Policiais
Outra emenda que os deputados vão propor ao projeto estabelece que o menor salário mínimo pago pelo governo do estado não pode ser menor do que o piso regional. Segundo Rossoni, os policiais militares que ocupam o cargo de soldado de segunda classe, por exemplo, recebem cerca de R$ 287,00 de salário básico. O restante do vencimento seria composto por adicionais.
Para a oposição, o estado tem condição financeira de conceder um reajuste maior do que 5% porque o governo fixou o aumento do piso regional baseado no cálculo do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese).
O líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), acusou a oposição de querer confundir os deputados e a opinião pública ao vincular o piso regional ao salários dos servidores públicos.
Segundo o deputado, o salário mínimo regional não é dirigido a servidores públicos e a lei que instituiu o piso veda essa possibilidade. “Será o maior salário do Brasil e é exclusivo ao setor privado. Qualquer emenda vinculando a servidor público é ilegal”, argumentou Romanelli.
O líder do governo também contestou as informações dos deputados de oposição de que policiais ganham menos que o piso regional. “Não existe salário de policial militar de R$ 341,00. O menor salário pago a um policial militar é de R$ 1,7 mil e é composto por uma série de ítens”, afirmou. A oposição retrucou dizendo que os valores dos salários são oficiais e foram obtidos no site do próprio governo do estado.
As emendas deveriam ser analisadas ontem, terça-feira, quando o projeto volta a ser discutido pelos deputados. Depois de aprovado o reajuste, o piso regional no Paraná será 32% maior que o salário mínimo nacional para seis categorias de trabalhadores. São os empregados que não têm piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo, como as empregadas domésticas. A projeção do Dieese é que os novos salários vão representar R$ 43 milhões por mês na economia do estado e R$ 401 milhões ao ano.

A Sanepar está investindo mais de R$ 2,5 milhões na ampliação do sistema de esgotamento sanitário das cidades de Capanema e de Ampére.
A autorização para a execução das obras de rede coletora de esgoto foi assinada pelo presidente da Sanepar, Stênio Jacob. Além dos prefeitos Milton Kafer (Capanema) e Roberto Dettoni (Ampére) participaram da assinatura das ordens de serviço o deputado estadual Caíto Quintana e o deputado federal Nelson Meurer, o diretor de investimentos da Sanepar Heitor Wallace e diversas autoridades regionais.
Em Capanema, a Sanepar vai implantar 32.200 metros de rede coletora de esgoto. Com investimentos de R$ 1,9 milhão, as obras vão gerar 324 empregos, entre diretos e indiretos. Com isso, o município vai contar com 39% de atendimento com o serviço de coleta e tratamento de esgoto. Desde 2003, a Sanepar já investiu no sistema de esgoto do município cerca de R$ 1,63 milhão nos serviços de água e esgoto. Somente na Estação de Tratamento de Esgoto Três Angicos, já concluída, foram investidos cerca de R$ 1,6 milhão.
Stênio disse que a Sanepar vai continuar a investir na região. “A meta é que até 2010, em Capanema, 65% da população conte com acesso ao serviço de coleta e tratamento de esgoto. Para isso, já temos previsto ainda para este ano, mais R$ 2,5 milhões para a implantação de 25 mil metros de rede coletora, com recursos do PAC/Funasa”, anunciou Stênio.
Em Ampére, Stênio também autorizou o início da execução de 10 mil metros de rede coletora que vai beneficiar 453 famílias do município. Ampére conta atualmente com cerca de 27% de atendimento com coleta e tratamento de esgoto e com o investimento de mais R$ 609 mil de recursos do PAC, o índice de atendimento vai chegar a 39%.
Segundo o diretor de investimentos da Sanepar, Heitor Wallace, foram investidos nos últimos anos cerca de R$ 3,7 milhões nos sistemas de água e esgoto. Entre estes investimentos está a ampliação do sistema de abastecimento de água com a construção de dois reservatórios com capacidade total para 525 mil litros de água.
A Sanepar prevê ainda o aporte de mais R$ 1,10 milhão para a ampliação da estação de tratamento de esgoto do município. O prefeito de Ampére, Roberto Dettoni, destacou a parceria com a Sanepar, que tem o compromisso e a seriedade em investir no município. “Além destes investimentos em esgoto, a empresa teve uma preocupação como o abastecimento de água. Nós estamos vivendo uma das piores estiagens, principalmente na região rural, mas graças aos investimentos da Sanepar tanto na cidade, como na região agrícola o problema está amenizado. Cerca de 40% das pessoas que vivem na área rural contam com o saneamento rural”, diz. Em Ampére, a Sanepar já investiu cerca de R$ 1 milhão para atender mais de 550 famílias que moram na região agrícola do município.

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