Deputado Federal Assis Miguel do Couto

 

Assim como todos os brasileiros, fiquei indignado com as cenas fortes divulgadas amplamente pela mídia e nas redes sociais do linchamento da dona de casa, Fabiana Maria de Jesus, 33 anos, brutalmente assassinada após ser confundida com uma sequestradora de crianças.

Assefi

 

Toda e qualquer obra só existe legalmente depois de averbada.

Deputado Assis do Couto

 

Na semana passada, em Brasília, estive com dois ministros do governo Dilma:

Deputado Ademar Traiano

 

Quem viu o desaforo que o deputado petista André Vargas fez, em fevereiro, ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa (o gesto mensaleiro em cerimônia oficial na Câmara Federal), pode ter pensado que aquilo era o ponto mais baixo que o PT poderia chegar para afrontar o Judiciário. Puro engano.

Por Eng. Civil Russiely Pizatto - Vice-presidente ASSEFI

 

Segundo a Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná), cada cidadão pode evitar o racionamento de abastecimento de água, que já ocorre em vários municípios do estado, efetuando seu consumo responsável através de simples ações:

Ao percorrer, nos três primeiros anos de nosso governo, todo o Estado do Paraná, indo a cada um de nossos 399 municípios,eu cumpri não simplesmente um objetivo de visitar e conversar com os paranaenses, mas, além desta demonstração de respeito, consolidei também o compromisso de listar suas demandas e de estabelecer maneiras de atendê-las, viabilizando programas, convênios, disponibilizando recursos para o atendimento nos vários setores – segurança, saúde, educação, habitação, em todos, enfim. O setor habitacional era um dos mais carentes.

Por Marcio Geron – Juiz de Direito – Comarca de Capanema

 

Caro estudante, 

Feliz 2014!

 

Quero partilhar com vocês o seguinte pensamento: “... no final das contas, nós podemos ter os professores mais dedicados, os pais mais atenciosos, as melhores escolas no mundo, e nada disso vai ter importância, a não ser que cada de um de vocês cumpram as suas responsabilidades.

Por Vilmar Bitencourt

Tudo o que a gente viveu parece mais atraente do que possa realmente ter sido para quem não viveu. O passado sempre parece ser melhor que o presente, porque o pintamos da cor que nós queremos. A frase não é minha, não sei de quem é, mas nunca esqueci. E tentar viver o passado ou pelo menos imaginar o que era é uma das minhas manias mais chatas. Tive uma imensa felicidade de ter vivido a década de 80. Vivi completamente, pois nasci em 58 e estava com 22 anos de idade. A década de 80 me fascinou realmente. Não faço idéia do por que. A música, o modo de vida, os filmes, os desenhos, os esportes, os acontecimentos históricos, tudo parecia melhor. Mais simples. Hoje, se estivéssemos nos anos 80 eu não estaria sentado à frente de um computador escrevendo e lendo opiniões alheias no Twitter, Facebook, Orkut e outros mais. Nem ao menos poderia publicar esse texto pra alguém ler, pois não existia blog. Eu estaria escrevendo numa máquina de escrever, fazendo um barulho infernal, assistindo TV Pirata. E o texto, ficaria guardado em alguma gaveta, sem que ao menos alguém pudesse ler. Mas a década de 80 contém uma seleção de coisas que eu gostei de ter visto, sentido, participado, ouvido. Gostei de ter visto o surgimento da Legião Urbana, do rock brasileiro com toda a sua força. Fui a um show do RPM, da Blitz e do Inimigos do Rei e fiquei cantando “vem Kafka comigo...” o dia todo. Gostei de ter gravado em fita k7 e entregado a alguém. Esperava um tempão pra comprar um LP de algum artista. O A-Ha, o Smith, até o The Cure. Ficava esperando tocar The Housemartins cantando “Pa pa pa papeeel” em alguma rádio pra poder gravar. Ouvi muito o Guns N’ Roses em seu surgimento e ali cultivei esperanças de ver uma das maiores bandas de rock da história.

Gostei de ter ido ao primeiro Rock in Rio. Não pela questão musical em si, mas por ter sido um marco, um festival inédito de tudo o que se tinha notícia por aqui. Vi o primeiro desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro na Marquês de Sapucaí. Cantei Bumbum Paticumbum Prugurundum e É Hoje o Dia, da Alegria.. Assisti “Os Trapalhões” em sua formação completa. Esperava toda semana pra ver TV Pirata. Chacrinha, Bolinha e Viva a Noite. E as Diretas Já? E ter tido esperança na mudança do país? Aliás, quanta decepção devem estar tendo aqueles jovens que foram as ruas, com o país hoje hein? Eu participei da decepção de ter visto um presidente eleito pelo povo, após tanto tempo, ir embora antes de assumir o posto. Gostei de ter visto a Argentina campeã de 1986, com Diego Maradona a frente daquela fantástica seleção. Vi a Seleção Brasileira, sim, eu vi a Seleção de 82 jogar. Gostei de ter visto um desfile de craques no Campeonato Brasileiro. Reinaldo, Éder, Luisinho pelo Atlético. Zico, Sócrates, Falcão, Junior, Renato Gaúcho, no auge da carreira e até Serginho Chulapa marcando o gol do título do Santos em 84. Eu vi a Fórmula 1 mostrar ao mundo um tal de Ayrton Senna. O Brasil parava toda manhã de domingo pra ver aquele ídolo.

Mesmo não sendo criança eu passei muitas manhãs assistindo He-Man, Duck Tales, Muppet Babies, Os Herculóides, Manda Chuva, Nossa Turma, Pequeno Príncipe, Punky. Tive um Walkman, um toca-fitas. E logicamente também joguei Atari. Gostei de ter visto Indiana Jones e Rocky IV no cinema. Aplaudi a cena do ET voando na garupa da bicicleta passando em frente à lua. Assisti Top Gun e sonhado, na ingenuidade, em me tornar um piloto. Me acabei de tanto rir com o filme Corra que a Polícia Vem Aí. Sonhei em ser um lutador com o filme Karate Kid. Sonhei com um futuro esquisito, com Blade Runner e De Volta Para o Futuro. Vibrei com Rambo e os filmes de luta de Van Damme, Schwarzenegger e Stallone. Além de Bruce Lee. E o que dizer de Scarface? Me inspirei em Ferris Bueller (Curtindo a vida adoidado) e ainda ter vibrado em Os Goonies e os Gremlins. Podia ser possível voltar ao passado. Não como atuante, pois como sabemos uma alteração no passado, muda todo nosso presente e futuro, mas uma forma de simplesmente assistirmos, pararmos em frente a um aparelho e assistir, como se assiste a uma TV. E mais, poder sentir a mesma sensação de quando estivemos ali...

 

Por Douglas Meneghatti

 

Vaidade das vaidades, tudo é vaidade diz o livro bíblico do Eclesiastes.

Por Márcio Geron*

 

Repito com toda a minha força: maconha faz mal! 

 

Pai, mãe e líderes das nossas comunidades: a maconha é droga que afeta o sistema nervoso central. 

 

A maconha perturba o cérebro do usuário (jovem ou não). O cérebro perturbado do usuário de maconha perde a capacidade de calcular com precisão as noções de tempo e de espaço, o que acarreta inúmeros acidentes e prejuízos.    

 

Insisto com toda a minha força: maconha não é inofensiva! 

 

Na verdade, os danos pelo uso da maconha são enormes. 

 

A ciência, especialmente a psiquiatria, é categórica: o uso esporádico da maconha é nocivo. Ou seja, o usuário não rotineiro de maconha, dependendo do seu organismo e dos níveis de THC (existente na referida droga), pode sofrer alucinação, paranoia, ataques de pânico e ansiedade (estados psicóticos transitórios).

 

Para os usuários crônicos de maconha o drama pode ser permanente. O que significa psicoses irreversíveis. Por exemplo, esquizofrenia. 

 

Além disso, a maconha também gera transtorno bipolar e depressão. 

 

Outro ponto fundamental e grave é o seguinte: o uso da maconha acarreta prejuízos na capacidade de aprender e memorizar. O desempenho intelectual do usuário de maconha é derrubado (memória, concentração e raciocínio rápido são afetados pela droga).

 

Desta forma, o uso da maconha pode gerar uma síndrome conhecida como “síndrome amotivacional”. A vida perde a graça e a importância (desânimo generalizado). 

 

Sem esquecer da vinculação da maconha com o câncer (a droga aumenta probabilidade de tumor no pulmão), com problemas respiratórios (a droga acarreta quadros de tosse e infecções pulmonares), com a anemia (a droga leva desnutrição e distúrbios metabólicos), com problemas cardiovasculares (a droga obriga o coração do usuário a trabalhar acima do normal) e com problemas hormonais (a maconha, por exemplo, diminui a presença de espermatozoides no líquido espermático). 

 

Também, é preciso meditar a respeito da dependência. O dependente de maconha termina com os seus relacionamentos familiares e comunitários. Numa frase simples: a maconha passa a ser o centro de sua vida e os demais relacionamentos ficam prejudicados. 

Agora é o momento para apresentar as seguintes indagações: com todo o conhecimento científico, que comprova os malefícios da maconha, é salutar descriminalizar ou legalizar o uso da maconha? O que vamos fazer com os jovens estimulados a usar maconha (a máxima será: “agora posso fumar maconha, é permitido”)? 

 

Talvez seja o caso de oferecer aos novos usuários, dependentes e seus familiares, o que já oferecemos para os atuais escravos da referida substância: nada de tratamento, nada de auxílio e nada de solidariedade.  

 

O Brasil, infelizmente, não conseguiu aprender com o drama da bebida alcoólica e do tabaco. Desta maneira, junto com o descontrole da bebida alcoólica teremos o caos da maconha. 

 

Em suma, é a maconha a serviço da desconstrução do ser humano, da família e do Brasil.

 

 

*Márcio Geron é Juiz da Vara Criminal e Anexos da Comarca de Capanema/PR

 

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