Policial - Jornal Novo Tempo

Polícia alcança foragido depois de 16 anos
A Policia Militar de Santo Antonio do Sudoeste deslocou ao Distrito de KM 10 onde efetuou a prisão de Valdomiro de Oliveira, 48 Anos, que se encontrava em visível estado de embriaguez alcoólica e passou a agredir sua convivente Neivanir Alves Garcia, 43 anos, sendo conduzido à Delegacia de Policia Civil para procedimentos referente à Lei Maria da Penha;  Valdomiro além do crime ora praticado, também possuía contra si mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário de Capitão Leônidas Marques, referente a Crime de Homicídio ocorrido no ano de 1992 e estava foragido da Justiça há 16 anos.

Prisão de estelionatário
No dia 05 de abril,  Policiais Militares de Santo Antonio do Sudoeste efetuaram a prisão de Alcione Rodrigo Argenta, 22 anos, que adquiriu mercadorias em uma loja, tendo feito o pagamento mediante apresentação de recibo de depósito bancário, no valor de R$ 650,00, tendo recebido de troco a importância de R$ 30. Alcione confessou que o recibo era falso, visto que, o mesmo relatou ter efetuado a movimentação no banco via terminal eletrônico sem colocar o dinheiro no envelope, ficando desta forma caracterizado o golpe que é crime de Estelionato, cuja tipificação está prevista no artigo 171 do Código Penal; Alcione, além do crime que acabara de cometer, tinha também em seu desfavor mandado de prisão em aberto expedido pela justiça do Estado de Santa Catarina, pelos crimes de Roubo e Formação de Quadrilha, sendo conduzido à Delegacia de Policia Civil, bem como as mercadorias apreendidas para procedimentos.

Roubo na estação do Iapar
A Estação Experimental do Iapar contabiliza um prejuízo superior a R$ 40 mil. Todo o estoque de insumos agrícolas do instituto foi roubado. Para o administrador da Estação Experimental do Iapar, Alceu Assmann, o furto envolveu mais de 10 pessoas, que retiram do galpão os insumos.
Para adentrarem no interior do galpão, eles danificaram dois cadeados e a fechadura da porta. Além disso, houve a tentativa de levar o veículo Toyota de propriedade do instituto. Alceu acredita que os elementos integram uma quadrilha especializada no roubo de insumos agrícolas, prevendo que os produtos foram transportados em diversos veículos.

A vida de um policial no Paraná vale R$ 100
O deputado Marcelo Rangel denunciou na Assembléia Legislativa a falta de valorização que o policial do Paraná está sofrendo praticamente durante os dois governos de Roberto Requião. O deputado disse que a falta de reajuste salarial da classe vem se estendendo ao longo dos últimos dois mandatos do governo Requião. Rangel criticou que o soldo do policial é hoje de R$ 290 e não chega a ser maior do que R$ 300 o que é inferior ao menor salário praticável no Brasil. E ele disse que no mínimo o salário a ser praticado no Paraná deveria ser aquele que foi proposto pelo governo para incidir sobre a iniciativa privada. “Aumento do soldo já”, pediu o deputado Rangel.
Outro assunto levantado pelo parlamentar é sobre o valor pago pelo governo ao policial por atuar numa função onde corre risco de vida: “vocês sabem quanto vale a vida de um policial? R$ 100. E com um agravante: no Paraná o risco de vida é ainda maior do que em outros estados porque aqui o baixo número de profissionais na ativa faz com que o policial seja acionado mais vez”, lamentou.
 Rangel apontou também que o policial do Paraná não recebe hora extra, adicional noturno ou vale refeição. E comparado a um policial de segunda classe de Santa Catarina o paranaense também leva desvantagem, pois o salário de ingresso um profissional de segunda classe catarinense é maior do que um paranaense com cerca de 20 anos de ativa. O valor de um qüinqüênio no Paraná e de R$ 15 e as chances de evolução na carreira são limitadas, pois os concursos públicos foram cancelados e o último realizado pelo atual governo foi anulado por suspeita de fraude.
E arrematou lembrando que se os efetivos de Ponta Grossa e Curitiba fossem dobrados, assim mesmo o quadro estaria defasado.
Apreensão de menores
A Polícia Militar de Salgado Filho com o apoio do Conselho Tutelar, chegou a um grupo de menores que praticavam vários furtos. Vários objetos foram recuperados e devolvidos aos seus proprietários e os menores apreendidos e encaminhados para as devidas providências.

Dois assassinatos, contra uma mulher e uma criança de apenas nove anos, revoltou os moradores de Chopinzinho. Os crimes aconteceram na manhã de terça-feira (19) na zona rural da cidade. Um homem suspeito pelo duplo homicídio foi detido. Revoltados, os moradores cercaram a delegacia da cidade. Eles ameaçavam invadir o local, só que o preso não estava mais lá. Os policiais disseram que por questões de segurança, o suspeito foi transferido para a delegacia de Pato Branco. O homem teria matado uma mulher durante um assalto numa casa. Um menino de nove anos, que também estava na residência, foi seqüestrado e, mais tarde, assassinado.
Com a existência de um corpo, com a identificação, a policia deu continuidade às investigações sob o comando Delegado de Polícia Civil, Dr. Sandro Spadotto de Barros, com a colaboração do Sargento PM, André Roberto Peres. Na segunda-feira à tarde, o Sargento Peres concedeu entrevista ao repórter do Jornal Novo Tempo, Vilmar Bitencourtt falando sobre o andamento das investigações e das prisões realizadas em Santa Izabel do Oeste, elucidando em parte, os vários crimes ocorridos nos últimos tempos no município
[img]http://www.jornalnovotempo.com.br/images/fotos/imagem200822083143.jpg" align="right"> [img]http://www.jornalnovotempo.com.br/images/fotos/imagem200822083527.jpg" align="right"> Por volta das 19h, de quinta-feira, 14, a polícia foi acionada para se dirigir até uma propriedade rural na comunidade de Sarandizinho, distante três quilômetros da cidade de Santa Izabel do Oeste.
Três pessoas morreram em acidente ocorrido na madrugada de domingo (20/1) em Francisco Beltrão, na região Sudoeste do estado. O motorista Vilnei de Araujo Kuhnen Júnior, 21, perdeu o controle do Corsa na rodovia PR-180, invadiu a pista contrária e bateu de frente em um Passat, conduzido por Primo Possenti, 58.
A população assustada, evita fazer comentários e quando os faz dificilmente se identifica
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