Regional - Jornal Novo Tempo
Pão caseiro, mel, melado, frutas e produtos orgânicos. Esses são alguns ingredientes que fazem parte do cardápio da merenda escolar da maioria das escolas públicas do Paraná.
 Garantindo alimentos mais saudáveis nas mesas escolares, as escolas têm se preocupado, cada vez mais, com a saúde dos alunos. O acompanhamento de uma nutricionista tornou-se indispensáveis. Com isso, quem ganha são os estudantes.
Reinaugurou na última segunda-feira, dia 16, a nova sede da empresa de Santa Izabel do Oeste, Refrigeração Clínica do Lar.
A safra do girassol tem se tornado uma alternativa para os agricultores do Sudoeste do Paraná. Eleito como a principal matéria prima do biodiesel, o combustível do futuro, o produto tem conquistado as lavouras da região.

Na última sexta-feira, 06, aconteceu em Realeza um dia de campo promovido pela empresa Nidera Sementes, uma das principais empresas de sementes de girassol do País. Reunindo cerca de 30 agricultores, no evento foi repassada toda a tecnologia utilizada para o plantio da semente de girassol, desde
o tratamento da semente, a melhor semente a ser utilizada, a forma de plantar e de colher.
Hoje são cerca de 1.500 hectares de terras plantadas com a cultura, espalhados pelo Sudoeste. Carmelino Junior Ventura, Engenheiro Agrônomo e representante comercial da empresa, afirmou que a cultura deverá ter um acréscimo cada vez mais intenso. “O girassol, em função dos biocombustíveis, passará a ter uma importância ainda maior, pois essa semente tem uma vantagem em relação a soja, porque a soja produz 20% de óleo e o girassol 50%. Isso deverá incentivar os produtores a cultivar a semente”.
Além desse incentivo, os preços tem sido atrativos. “Os custos para a produção é a metade dos custos do milho, por ser uma cultura menos exigente. O produtor gasta em média, R$ 1.500 por alqueire. Para a venda, o preço gira em torno de R$ 40,00 a saca de 60 kg”, disse o Engenheiro.
O Agrônomo explica que a produção é feita duas vezes por ano. Uma é na safrinha de janeiro e fevereiro e outra entre julho e agosto. “Isso também tem incentivado os produtores porque o girassol se torna uma alternativa a mais. Os agricultores não deixam de plantar milho ou soja porque a safra de girassol não impede o plantio e a colheita”, frisa Ventura.
Jesus Roque Porto, de São Roque, Realeza, proprietário da área onde foi realizado o dia de campo frisou ser a primeira vez que cultiva o girassol. Mas, segundo ele, não se arrependeu. “Eu plantei 2.4 alqueires de girassol e acredito que o lucro será muito bom, pois tornou-se uma saída para o inverno. Com o trigo os riscos são maiores, e o girassol é mais resistente nessa época”, disse. Porto explanou que, para o próximo ano, pretende aumentar a área de plantio.
Carmelino Ventura avaliou que o produtor, Jesus Porto, deverá colher cerca de 80 a 100 sacas nessa.
Hoje, 5 empresas da região compram as sementes de girassol. Esse aumento reforça a idéia de que a cultura do girassol tende a ser uma ótima alternativa para os produtores agrícolas.

Na noite de sexta-feira, dia 6, a cidade de Campo Largo, região Metropolitana de Curitiba, foi palco de um dos maiores eventos da imprensa do Paraná.
O 20º Congresso Estadual dos Jornais e Revistas do Estado, aconteceu no Hotel Campo Largo, reunindo 33 jornais do interior do Paraná e cerca de 120 pessoas.

A abertura oficial juntou autoridades locais e estaduais, além de jornalistas, proprietários e funcionários de jornais e revistas do Estado.
A primeira noite do evento foi marcada pela troca de informações e experiências entre os profissionais.
A abertura do Congresso contou com a presença do Prefeito Municipal da Cidade, Edson Basso, Maria Joana, representando o Secretário de Educação do Estado, Maurício Requião, o Deputado Federal Rodrigo Rocha Loures,  além do Presidente da Adjori PR e diretor do Jornal Novo Tempo, Sergio Jonikaites.
O 20º Congresso da Adjori se estende até domingo, dia 8, com palestras sobre diversos assuntos, e no sábado a noite, haverá premiação dos melhores trabalhos do Estado.

Palestras da manhã
A primeira palestra da manhã do dia 07, tratou de assuntos pertinentes ao mundo do jornalista, João Alceu Julio Ribeiro jornalista formado que atua na área de assessoria de imprensa explanou sobre as inovações que devem acontecer nos jornais impressos.
A segunda palestra com o presidente da Adjori RS, Aroldo Rocha, tratou sobre a importância de um jornal ser assossiado na adjori, acrecentando o poder a midia perante a sociedade e incentivando o uso deste poder para trazer melhorias para a associação e seus associado.
Texto: Fernanda Pivatto/Tania Santor

Veja as fotos do congresso na página de eventos do jornal, clicando AQUI
O Projeto Juventude Cidadã de Ampére teve início no dia 15 de maio e irá atender 30 alunos de baixa renda na faixa de idade de 16 a 24 anos e que nunca tiveram vínculo empregatício, com o objetivo de qualificá-los através de aulas teóricas e práticas para o mercado de trabalho numa parceria entre o Departamento de Ação Social, coordenado pela primeira dama do município, Claudinete Dettoni, o Ministério do Trabalho e Emprego do governo federal e entidades privadas ou públicas.
Pelo convênio, o Ministério custeará 525 horas de qualificação social e profissional e a prefeitura através do Departamento de Ação Social deverá criar condições objetivas para elevar a escolaridade dos jovens visando a inserção produtiva de no mínimo 30% no mercado de trabalho.
O projeto está sendo desenvolvido pelo professor Glauber Forceline e pela supervisora Valéria Cooper Fedrigo. A diretora do Departamento de Ação Social, Claudinete Dettoni destaca que este projeto irá contribuir para que jovens que não estejam no mercado de trabalho tenham a oportunidade, através do aprendizado que combina a teoria e a prática, de em breve estarem ocupando seu espaço dentro do mercado de trabalho.

Na última semana, aconteceu na sede da AMSOP – Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná – em Francisco Beltrão, uma entrevista coletiva reunindo integrantes da comissão Pró-Universidade.

Na ocasião, foi repassado à imprensa o resultado de uma reunião realizada em Brasília no dia 9 deste mês. Célio Bonetti, presidente da Mesorregião, explicou o andamento do processo. “Inicialmente o MEC (Ministério da Educação) havia assumido compromisso de 3 campi, um em cada Estado nas cidades de Erechim – RS, Chapecó – SC, onde seria a sede, e no Paraná em que estava sendo indicado o município de Francisco Beltrão. Mas com a modificação e a ampliação do território do projeto da Universidade, a cidade de Laranjeiras do Sul entrou no trâmite e ficou definida como a cidade do Paraná”, disse Bonetti.
O presidente explanou como o Sudoeste do Estado ingressou no processo. “Com isso, o Sudoeste se sentiu excluído e prejudicado pelo processo e reagiu. O próprio MEC passou a implantar a nossa região no projeto. O grande problema era passar isso na coordenação do movimento Pró-Universidade. Num primeiro momento não se aceitou o Sudoeste. Depois se brigou por 4 campi, incluindo a cidade de Cerro Largo no Rio Grande do Sul, mas o movimento também não aceitou. Para eles era 4 ou 7 campi”, frisou.
Segundo Bonetti, a pressão iniciou com membros da região que brigaram por um campi aqui. “Estava claro ao Governo que seria 5 campi e que esse quinto seria em Realeza. Porém dentro do movimento isso não estava consolidado e só se concretizou nessa reunião do dia 9 de maio em Brasília”, falou Bonetti afirmando ainda que até então haviam duvidas em relação ao campi em Realeza.   
De acordo com Bonetti, após as definições conclusivas, O MEC enviou o projeto para o Ministério do Planejamento para validar orçamento e depois encaminhar para votação no Congresso Nacional. A intenção do movimento é de que a regulamentação seja inclusa na Casa Civil até o dia 30 deste mês. Após essa data irá para votação, porém não se tem uma data definida.
“Tem que estar no Congresso até o dia 30 para depois começar o processo de votação. Não que será votado até o dia 30”, frisou Luiz Perini integrante da Comissão Pró-Universidade.
O prefeito de Realeza discursou que o projeto vai a votação em caráter de urgência. “Temos um acordo de cavalheiros entre as três bancadas, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul para que não haja emendas a fim de agilizar o processo”.
A avaliação da comissão é de que seja votado antes das eleições para que em 2009 se realize o primeiro vestibular, provavelmente, com prédios alugados, pois, segundo a comissão, não dará tempo de construir as sedes.
Bonetti disse também que a comissão temia a rejeição do projeto e que até o dia 9 de maio, não se sentiam tranqüilos. “Estava consolidado com o Governo, porém o movimento acordou só agora dia 9 porque eles não reconheciam o sudoeste. Eles exigiam mais dois campi se o Sudoeste entrasse. Ninguém imaginava que o movimento reagiria dessa forma, inclusive teve alguém que sugeriu excluir o sudoeste do movimento. Não foi fácil essa briga”.
Agora, Bonetti está confiante e acredita que “não haverá grandes dificuldades para aprovar o projeto. Só se houver algo muito extraordinário na Casa Civil”.
O processo irá para votação na Câmara Federal, depois segue para o Senado para se aprovado nas duas casas, ser sancionado pelo presidente Lula. Porém não se tem data definida e nem garantia da aprovação para este ano.
Se aprovada a Universidade Federal da Mesorregião, serão implantados campi em Cerro Largo – RS – com 3 cursos; Erechim – RS – com 3 cursos; Laranjeiras do Sul - PR – também com 3 cursos; Realeza – PR com 3 cursos e Chapecó – SC – terá 5 cursos e será sede.
Estão previstos no orçamento cerca de 194 milhões de reais para o custeio dos campi. Quanto ao local, segundo a comissão, o MEC visitará todas as cidades para definir os locais a serem construídos os campi.
Os cursos  
Prefeito de Realeza discursou que será discutido com a comissão a definição dos cursos em cada uma das unidades da Universidade Federal.
Para ele, a promessa é fortalecer as potencialidades da mesorregião. “Temos uma idéia, o foco e a vocação da universidade, principalmente na área das Ciências Agrárias e da Medicina para saúde pública”, disse.
Na sexta-feira, 09/05, aconteceu o seminário da Ação DRS – Desenvolvimento regional Sustentável. Os técnicos e produtores de leite se reuniram para debater a normativa 51 que busca a melhor qualidade do leite para que se possa em breve exportá-lo para paises de primeiro mundo. A bovinocultura leiteira tem sido apoiada por várias entidades regionais e foi a escolhida pelo DRS, realizado pelo Banco do Brasil entre outras entidades que buscam melhorias para a área sem danificar o meio ambiente.

O DRS é uma estratégia negocial do Banco do Brasil que busca impulsionar o desenvolvimento sustentável das regiões onde o Banco está presente, por meio da mobilização de agentes econômicos, políticos e sociais, para práticas de apoio a atividades produtivas economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas, sempre observada e respeitada a diversidade cultural. Em Realeza o Banco do Brasil realiza o projeto em parceria com várias entidades como: Emater, Prefeitura Municipal, Claf, Senar, Realgem, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sindicato Rural, Latco, Cressol e a Coopavel.
No Município de Realeza o DRS irá beneficiar a atividade leiteira. Desde 2006 haviam discussões para decidir qual seria a área apoiada, com várias idéias como por exemplo, a uva, biodiesel, álcool combustível. Dentre todas essas áreas, a bovinocultura leiteira foi escolhida pelo fato de o município ter vocação e também por haver incentivos do governo federal e estadual para esta cultura e também pelas indústrias de leite que estão instaladas na região e futuramente, uma indústria de leite em pó, em Realeza.
Segundo o gerente da agência do Banco do Brasil de Realeza, Ademir Rogério Dittberner, “em uma conversa com o proprietário da indústria de leite em pó, ele nos narrou que um dos fatores que eles decidiram por instalar a indústria de leite em pó em Realeza é porque o município conta com o DRS apoiando a bovinocultura leiteira”.
A palestra do seminário da DRS foram ministradas pelo médico veterinário e instrutor do Senar, Emerson Ferrazza, sobre a inscrição normativa 51, que vem englobar qualidade do produto, desde a questão de produção transporte e a industrialização. Segundo Emerson, isso é uma questão de mercado, não é uma questão em nível de indústria, não é a indústria que quer isso, não somos nós técnicos que queremos isso não, é o ministério da agricultura, ou seja, ou o nosso produto terá qualidade ou não teremos para onde escoar o produto porque ano a ano a produção de leite vem crescendo em taxas de 4% a 4,5% ao ano em nível de Brasil”.
O leite produzido na região ainda tem muito a melhorar na questão qualidade, só assim ele poderá ser exportado para países de primeiro mundo. Se o leite não atingir a qualidade necessária para exportação, em pouco tempo haverá uma super lotação nos mercados, e isso irá acarretar em queda nos preços. “Ou todos trabalham juntos, ou todos afundam juntos”, diz Emerson.  
O trabalho feito com os produtores foi a questão de como eles devem se portar da necessidade que há de melhorias na produção em nível de propriedade. Conforme as melhoras na produção irão acontecendo, a melhoria de preços também acontece. O fato existente é que os consumidores cobram qualidade, e agora os produtores precisam se adequar e suprir esta grande necessidade da população.
Para as indústrias, segundo Claudeni Alves Siqueira (Marrom), gerente administrativo do Latco, a adequação acontece aos poucos e com a normativa 51 os produtores também irão se adequar, porque se não estarão fora da concorrência. A Normativa só vem a somar para indústrias e produtores. Com mais qualidade o leite será mais bem aceito no mercado aumentando assim as vendas e o preço.

As crianças do Centro Municipal Edil Traiano, na Vila Nova, em Santo Antonio do Sudoeste, comemoraram o Dia do Índio.
“Diariamente são atendidas mais de 80 crianças na creche municipal, e nós sempre enfatizamos a cultura brasileira”, afirmou a diretora Jane Pereira.
Na oportunidade os alunos se vestiram de índios para a comemoração da data nacional e receberam explicações dos professores sobre os costumes e crenças dos povos indígenas do Brasil. “A intenção é de que se perpetue pelas futuras gerações o interesse pela cultura e que seja valorizado o povo indígena”, enfatizou a diretora.
Todo o território nacional deu início no dia 26 de abril a campanha da vacinação contra gripe em pessoas com mais de 60 anos.

 Cada município tem uma meta de vacinação a ser cumprida e neste ano, Santa Izabel do Oeste tem como meta vacinar 80% da população com mais de 60 anos. São 1.037 doses da vacina que serão feitas até o dia 09 de maio. “No ano passado foram vacinados 91% da população idosa e neste ano queremos aumentar este índice.
Se sobrarem doses dessas vacinas, serão aplicadas em pessoas com Cardiopatias, diabéticos, HIV, cirrose hepática, asmáticos, doenças pulmonares crônicas e transplantados”, disse a enfermeira Mariza Bueno.
No sábado, primeiro dia da campanha no município, as equipes de profissionais da Saúde foram distribuídos em vários pontos de vacinação na cidade (praça das Palmeiras e posto de saúde central e nos bairros) e em comunidades do interior.
 As pessoas que não conseguirem se locomover até os pontos de vacinação serão visitadas pelas enfermeiras que estarão efetuando a vacina.  Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a vacina não provoca a gripe, quando isso acontece, é porque a pessoa já estava com o vírus da gripe ou porque adquiriu outros vírus de gripe diferente dos que compões a vacina ou pode ser apenas um resfriado comum, a vacina ainda reduz as complicações como doenças pulmonares, do coração e outras enfermidades crônicas.  
A campanha será feita do dia 26 de abril até 09 de maio as pessoas devem se dirigir aos pontos de vacinação para que façam a vacina, a partir do dia 27 de abril a vacina só será feita no posto de saúde da cidade e as doses que restarem serão feitas nas pessoas com as doenças acima relacionadas.
O Roteiro de Turismo “Doce Iguassu” está recebendo constantes visitas. Com o objetivo de apreciar as belezas naturais, as esposas dos vendedores da empresa Di Roso de Capanema, foram privilegiadas com a visita ao roteiro turístico.
A Diretora do Departamento de Turismo de Capanema, Claudia Ferronato disse que o Roteiro Turístico de Capanema está aumentando constantemente por moradores da região e de outras regiões do Estado. Maiores informações sobre o  Roteiro de Turismo Rural de Capanema “Doce Iguassu” acesse: www.doceiguassu.com.br 
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