Comportamento - Jornal Novo Tempo

Emprego, saúde, educação, direitos básicos, mais renda, combate à violência. Estas estão entre as reivindicações da população LGBTQI+ levantadas durante a audiência pública “Retomada da Democracia e da Participação Social: o enfrentamento da LGBTIfobia”, promovida na segunda-feira (17) pela Assembleia Legislativa do Paraná por meio da Comissão de Direitos Humanos e da Cidadania.

No 17 de maio, data do Dia Internacional de Luta Contra a LGBTfobia, os deputados Goura (PDT), Michele Caputo (PSDB), Mabel Canto (PSC), Professor Lemos (PT), Arilson Chiorato (PT), Tadeu Veneri (PT) e Requião Filho (MDB) protocolaram projeto de lei 224/2021 que dispõe sobre as penalidades administrativas contra discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero na Administração Pública e estabelecimentos localizados no Paraná.

Desempregada, moradora de Campo Mourão usou um grupo de empregos em rede social para chamar a atenção de empregadores. Fez três pedidos:

Proposta será analisada em segundo turno com emendas de plenário que incluem atos homofóbicos e de injúria racial.

Lançado nesta segunda-feira (5), o curso é virtual, com duração de 20 horas, e aborda temas como: o que é o autismo, práticas saudáveis de criação dos filhos, aprendizagem de pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo e aprendizagem através de brincadeiras.

Chocolates serão distribuídos a crianças e adolescentes de todo o Estado em situação de vulnerabilidade social. Em outra frente, o programa promoveu a capacitação de mulheres para a produção de ovos de chocolate e devirados.

Eles são formados pela sociedade e órgãos do Governo do Estado. Se destacam o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Consepir) e o Conselho Tradicional de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais do Paraná, que inclui os quilombolas.

Atividades acontecem entre 6 e 27 de novembro e podem ser acompanhadas pelas redes sociais.

O plano sanitário para o dia das eleições apresentado na tarde desta terça-feira, 8, pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, prevê que o eleitor deve obrigatoriamente usar máscara sobre o nariz e a boca para ter acesso ao seu local de votação.

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