Governo quer ciência e inovação conectadas com problemas reais da população

Afirmação foi feita pelo superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, durante reunião com a equipe interinstitucional do Laboratório de Inovação em Saúde (LIS), do qual a UEM faz parte.

O superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, afirmou nesta quinta-feira (20) que a missão da entidade, sob orientação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, é fazer com que a ciência e a tecnologia no Estado estejam cada vez mais conectadas com a solução de problemas reais da população.

“Acredito que as instituições de ensino superior devem ser, sempre, as de vanguarda na criação de soluções”, afirmou Bona, durante reunião online com a equipe interinstitucional do Laboratório de Inovação na Saúde (LIS), do qual a Universidade Estadual de Maringá (UEM) faz parte.

O LIS é um ecossistema de parceria público-privada que existe há dois anos. O encontro tratou de encaminhamento, à Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, de documentos de projetos do LIS, com objetivo de buscar mais recursos. Segundo Aldo Bona, ao integrar ensino, pesquisa, extensão e negócios, o Laboratório de Inovação em Saúde atende ao princípio de vanguarda das universidades.

O superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior mostrou-se disposto a contribuir com o LIS, uma vez que ele tem características que podem vir a enquadrá-lo nos Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (Napis). O Napis é uma estratégia de financiamento da Fundação Araucária que apoia o engajamento dos atores de ciência, tecnologia e inovação.

“Estar no conceito de Napis é importante, porque priorizamos a locação de recursos para apoiar atividades de pesquisa e inovação. Para que possamos aportar recursos para situações específicas que o LIS necessite para avançar, é importante que ele esteja configurado dentro dessa estratégia dos Napis”, disse.

LIS – O Laboratório de Inovação em Saúde visa o desenvolvimento territorial, que é uma política institucional da UEM, e o fortalecimento da saúde regional por meio de trabalho colaborativo e especializado, de modo a beneficiar direta e indiretamente usuários e profissionais da rede pública. Dentre as atividades já em desenvolvimento no LIS estão a educação continuada, ações coordenadas de enfrentamento à Covid-19, com painel de dados estatísticos, e a plataforma de arboviroses.

Os professores Julio César Damasceno e Ricardo Dias Silva, reitor e vice-reitor da UEM, estavam no encontro virtual. “O LIS é a materialização de um desejo que sempre tivemos de que a universidade deve se apropriar do seu território, não no sentido de propriedade, mas no sentido de responsabilidade para que tenhamos impacto de fato no território, que se constrói com diversos atores. Isso significa conhecê-lo profundamente, vivenciar seus problemas e potencialidades, encontrar soluções e ter resultados”, descreveu o reitor.

O LIS foi criado no primeiro semestre de 2019. Atualmente, participam UEM (incluindo o Complexo de Saúde), Seti, 15ª Regional de Saúde do Paraná/Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), Centro de Inovação de Maringá, Centro Universitário Ingá (Uningá), Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems/PR), Consórcio Público Intermunicipal de Saúde do Setentrião Paranaense (Cisamusep), Dharma Saúde, Escola de Saúde Pública do Paraná, Hub Connect HealthTech, Inpar Soluções, Meagenda, Sebrae, Sesc, Software by Maringá, Subseção Maringá da OAB e UniCesumar.

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